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Não deixe a dor comandar a sua rotina, DTM tem tratamento.

Dr. Rodrigo Wendel, cirurgião-dentista, CRO-DF 5634. Atuação dedicada à DTM, à dor orofacial e ao sono.

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Dr. Rodrigo Wendel, cirurgião-dentista, em retrato de estúdio, sorrindo, de braços cruzados.

Sinais que costumam aparecer juntos

  • Amanheço com dor ou dificuldade para abrir a boca.
  • Aperto ou ranjo os dentes, às vezes sem perceber.
  • Sinto travamento ou estalo ao mastigar.
  • A dor de cabeça aparece com frequência.
  • Sinto cansaço na mandíbula ao mastigar.
  • Tenho dor perto do ouvido, sem explicação clara.
  • Já passei por otorrino ou neurologista e não saí com uma resposta.
Dr. Rodrigo Wendel, cirurgião-dentista, falando ao microfone em um congresso, diante do painel azul do evento.

Isso tem nome: DTM

Disfunção temporomandibular. É o nome clínico para um conjunto de alterações da articulação temporomandibular (ATM) e dos músculos usados para mastigar. Sintomas como dor de cabeça e dor no pescoço podem coexistir com esse quadro ou estar associados a ele, e a avaliação é justamente o que investiga essa relação em cada caso.

Boa parte de quem chega a uma avaliação de DTM já passou por outro profissional antes, e é ali que essa relação começa a ser investigada.

Nem toda dor na mandíbula é igual. Por isso, o tratamento também não deveria ser.

DTM não representa uma única condição. Existem diferentes alterações musculares e articulares e, em alguns pacientes, outros fatores também podem estar relacionados aos sintomas: hábito, estresse, muitas vezes uma combinação deles.

Bruxismo, DTM e dor não são sinônimos. O bruxismo é o hábito de apertar ou ranger os dentes, muitas vezes sem perceber, e nem sempre aparece como dor: em muitos casos o que aparece é cansaço muscular na face ao longo do dia. Entender o que realmente está acontecendo é essencial antes de indicar qualquer tratamento.

Por isso, antes de indicar placa, procedimento ou qualquer intervenção, o primeiro passo é compreender o diagnóstico e o que pode estar contribuindo para aquele quadro.

A placa pode fazer parte do plano, ao lado de outros recursos, aplicados de acordo com a necessidade de cada caso. O acompanhamento existe como estrutura, e não como um item a mais na lista.

Da avaliação ao acompanhamento

Tudo começa pela avaliação. O plano vem depois dela, construído em etapas, de acordo com a necessidade de cada caso.

  1. Avaliação de cerca de 1 hora.

    A avaliação é mais longa que o habitual, com exame local e sistêmico.

  2. Plano construído junto.

    Os recursos entram de acordo com a necessidade do caso, nunca por padrão: podem incluir eletroestimulação, infravermelho, laserterapia e liberação miofascial, entre outros.

Dr. Rodrigo Wendel, cirurgião-dentista responsável pelo atendimento, sorrindo, de braços cruzados.

Quem atende

Dr. Rodrigo Wendel, cirurgião-dentista, CRO-DF 5634.

Mais de 25 anos trabalhando com DTM e dor orofacial. Durante seu período como professor na Universidade de Brasília (UnB), reestruturou a Disciplina de DTM e Dor Orofacial. Sócio fundador e integrou as duas primeiras diretorias da Sociedade Brasileira de DTM e Dor Orofacial, a SBDOF. Atuação baseada em evidência clínica, raciocínio diagnóstico e conduta individualizada e conservadora.

Porque, antes de tratar a dor, é preciso entender o que está por trás dela, construindo um caminho para mais função, bem-estar e qualidade de vida.

Tratamento não significa fazer mais. Significa fazer o que é necessário.

A conduta é definida a partir do diagnóstico, dos sintomas e do impacto na vida de cada paciente, priorizando estratégias individualizadas e conservadoras.

Onde e como é o atendimento

O atendimento é no Shopping Liberty Mall, SCN Quadra 2, Torre A, Sala 312, Asa Norte, Brasília-DF.

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Perguntas antes de agendar

O que a avaliação inclui?

Uma avaliação completa, de cerca de 1 hora, com exame local e sistêmico, e um plano construído a partir do histórico apresentado.

A placa faz parte do tratamento?

Pode fazer, entre outros recursos, quando a necessidade do caso indicar. Não é o único recurso do acompanhamento.

O bruxismo faz parte do que é avaliado?

Faz. O bruxismo costuma aparecer no mesmo quadro, muitas vezes como hábito de apertar ou ranger os dentes, que nem sempre aparece como dor: em muitos casos o que aparece é cansaço muscular na face.

É preciso ter diagnóstico antes de agendar?

Não. A avaliação pode ajudar a identificar o que está relacionado aos sintomas.

É preciso encaminhamento de outro profissional?

Não é obrigatório. Boa parte dos pacientes chega depois de passar por outros profissionais, mas isso não é pré-requisito.

Agende uma avaliação: ela pode ajudar a identificar o que está relacionado à dor, antes de qualquer procedimento.

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Atendimento em Brasília, com o Dr. Rodrigo Wendel.

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